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14 de fevereiro de 2010

azuis



Os azuis das portas em Cadaqués.
Nestes dias frios, sabe bem recordar passeios aquecidos pelo Sol.


7 de junho de 2009

21 de março de 2009

4 de março de 2009

a colecção de sinais de trânsito diversifica-se


Este é o meu preferido do momento :)

(em Portalegre, Dezembro de 2009)

8 de agosto de 2008

passear contigo



No teu dia, encontrar tesouros escondidos foi a minha prenda!



2 de agosto de 2008

artesanato português




Fomos à feira.
Há já alguns anos que não ia, desde que me cansei de ver mais do mesmo. Este ano regressámos mas a sensação mantém-se. Muito do mesmo, com alguma selecção de expositores questionável. O facto de se produzir peças à mão não deveria ser condição suficiente para expor numa feira que se promove como a "grande festa do Artesanato Português".
A organização peca ainda pela deficiente informação sobre os artesãos e pela confusão entre artesanato regional e origem do artesão que expõe: o que parece ser uma viagem pelo artesanato português acaba por ser uma mescla entre isso e a simples localidade de residência do artesão.

Críticas à parte, trouxemos para casa um lindo e absurdamente barato tapete de trapos para a cozinha (não perguntei o nome de quem os tecia e agora consigo encontrar essa informação no site da feira...), eu não consegui resistir a umas sandálias de couro perfeitas (feitas pelo simpático Sr. João Monteiro) e a minha menina ganhou uma nova bruxa (com um toque português no tecido da saia, uma reprodução das nossas chitas, que já usei no pano) e uma boneca que representa uma fiadeira da Beira Alta (feita pela simpática Sra. Teresa Sobral, com quem troquei dois dedos de conversa sobre a falta de livros que reúnam informação sobre os nossos trajes típicos, um tema que poderá dar para um outro post).



Outros pontos positivos:
- a exposição do programa Leader+ (embora o espaço que lhe foi destinado seja demasiado pequeno, as peças expostas são lindas)
- as jóias da Liliana Guerreiro (não sendo grande apreciadora/utilizadora de jóias, estas faziam-me converter)
- um pequeno livro sobre a história dos lenços dos namorado, editado por uma cooperativa de artesanato de Vila Verde, a Aliança Artesanal, que também os reproduz e vende (não o comprei porque entretanto me perdi de amores pelas sandálias...)

22 de julho de 2008

dois séculos



Edifício situado na Rua José Falcão, Porto (da mesma fachada, esta e esta).
Tirada durante este passeio-caça.

30 de abril de 2008

pão & bolos



Em finais de Março do ano passado, a casa Margaridense tinha as portas fechadas e um aviso informava-nos que estavam em limpezas por causa das fortes chuvadas dos dias anteriores. Depois disso, o fantástico pão-de-Ló com o nome da casa desapareceu e as portas mantiveram-se fechadas. Há 15 dias, no nosso primeiro passeio em busca de um candeeiro, as portas estavam entreabertas. Lá dentro faziam-se obras. Mas o pão-de-Ló (ainda?) não voltou.

A propósito do lançamento do livro Fabrico Próprio, este sábado, no Centro Comercial Bombarda, entre as 17h e as 20h.
(a dica veio do J.; do que ele leu do livro, recomenda)

29 de abril de 2008

convite para espreitar



O irresistível mosaico.
Na baixa do Porto (Rua do Almada?).

10 de março de 2008

cinco padrões


Em pouco mais de 1,5 metros de largura, entre andaimes de obras, instalações eléctricas, um toldo de café e caixilhos de alumínio emoldurados por granito e grades antigas, cinco bonitos padrões de azulejos para a colecção.
Na ribeira de Gaia (num dia diferente).

11 de fevereiro de 2008

bancos de jardim



Depois dos sinais de trânsito, os bancos de jardim.
Amostras de coisas bonitas que abundam neste país. Pequenas colecções, a pedir organização. Um blog, algum tempo e uma super-máquina serão o ponto de partida.
Noutra altura, mergulharei nas fotografias dos arquivos de outros tempos, de quando nem sempre disparava porque a mesada não esticava para tantas revelações! Viva o digital, sem dúvida, mas confesso que tenho saudades da velhinha máquina e do ampliador esquecido dentro do armário...

Bancos de Coimbra, bancos com vistas para o Mondego. Bancos onde se passam bons momentos a ler ou a estudar ao som da água. Bancos a precisar de uma reforma urgente, quer na estrutura (o muro chega a ter inclinações assustadoras) quer nos belíssimos azulejos.
E mais alguns bancos destes.



3 de outubro de 2007

meu selo



No postcrossing continuo a ser uma pré-doutora à beira de um ataque de nervos. Tenho que alterar o perfil, claro, mas queria fazê-lo acompanhado de mais mudanças.

Ando a namorar a ideia de fazer uns postais a partir de algumas fotografias. Tenho inclusive tirado fotografias-para-o-postal. Não porque goste particularmente desse tipo de fotografias e muito menos porque me ache uma fotógrafa digna de ter os seus próprios postais. Apenas porque quase todos os postcrossers -eu incluída- pedem postais com imagens da nossa terra e, salvo raríssimas excepções, os postais de Coimbra que encontro me deixam muito desanimada. Acabo por comprar postais de que não gosto ou então velhotes e amachucados. Quando me lembro e encontro a loja aberta, também compro a um velho fotógrafo que fez de algumas fotografias suas postais.

Um outro motivo é que gosto destas novidades e de experimentar as maravilhas que o digital nos oferece! Hoje soube do que pode muito bem vir a ser a cereja em cima deste bolo: os CTT vão lançar um novo serviço, o meuselo, que nos permite personalizar os selos. Que bela ideia! Já divago... Até imagino bem os meus queridos sinais de trânsito...