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26 de julho de 2007

passeio em família



Se não fosse pelo calendário, o tamanho da barriga não deixaria dúvidas: o irmão está mesmo a chegar!
E se eu não o levasse aos cheiros e sabores de Coimbra, ainda no seu refúgio confortável, não seria uma boa madrinha :)

Desta vez, da Solum até ao Parque. Para a próxima, poderemos dedilhar o clássico "do Choupal até à Lapa...".

A família gostou. Há dias que se passam assim: muito bem.

passeio no parque




















O da direita sou eu. E sim, tão jovem e já tenho cabelos brancos! O Xavier não os tem porque ainda não tem preocupações. O irmão só chega daqui a um mês...

17 de julho de 2007

1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8,


Nove!!
O Guigo está grande!

(Aleka, o resto das fotos está aqui)

11 de julho de 2007

joão e pedro



Mais dois priminhos!
Nasceram na família há cerca de duas semanas e daqui a três dias vou medir-lhes o tamanho do sorriso e ver a diferença. É que viver em Avô, com tantos regaços, só lhes pode estar a fazer muito bem!

2 de julho de 2007

um porto em montpellier

Matias, Christel, David e Sonia. Pessoas numa casa. Uma família.
























Un port est un séjour charmant pour une âme fatiguée des luttes de la vie. L’ampleur du ciel, l’architecture mobile des nuages, les colorations changeantes de la mer, le scintillement des phares, sont un prisme merveilleusement propre à s’amuser les yeux sans jamais les lasser. Les formes élancées des navires, au gréement compliqué, auxquels la houle imprime des oscillations harmonieuses, servent à entretenir dans l’âme le goût du rythme et de la beauté. Et puis, surtout, il ya une sorte de plaisir mystérieux et aristocratique pour celui qui n’a plus ni curiosité ni ambition, à contempler, couché dans le belvédère ou accoudé sur le môle, tous ces mouvements de ceux qui partent et de ceux qui reviennent, de ceux qui ont encore la force de vouloir, le désir de voyager ou de s’enrichir.

Le Port
Le Spleen de Paris, XLI
Charles Baudelaire

9 de junho de 2007

22 haguenot




















E ao fim de quase três anos o 22 Haguenot fecha as portas... Por um lado, muito injustamente diga-se, sinto que nunca foi verdadeiramente a minha casa. Se calhar porque essa sempre esteve noutro sítio.
Mas por outro lado foi. Porque com a casa vieram as pessoas e felizmente essas não fecham as portas. Continuam mesmo aqui ao pé, sei onde os posso encontrar. Não se livram de mim assim tão facilmente...

4 de junho de 2007

serralves em festa



À quarta edição, a receita já é conhecida: muita gente, muitos espectáculos, muita gente, muitas oficinas, muita gente, muito teatro, muita gente, muitas visitas, muita gente, muita música, muita gente, muita gente.
Mas nós vamos na mesma.
A Adriana fez os estranhos objectos voadores que a Mariana e o Rodrigo fizeram há dois anos e um mais sofisticado foguete. Que voou muito bem!



A tarde acabou ao som da harpa e outros inusitados aparelhos, como um telemóvel. Ela-não-é-francesa, ele-não-é-espanhol. Não conhecia, nunca tinha ouvido falar, mas gostei muito desta dupla!

(pois, a fotografia de facto não tem grande ângulo, mas depois de muito andar a pé na ressaca de uma excelente aula de ioga, não me convenci a levantar-me para apanhar um bom ângulo)

1 de junho de 2007

a minha criança já é uma pré-adolescente



Mas deixa-me continuar a pensar que ainda é bebé :)

31 de maio de 2007

adriana



















A minha afilhada veio visitar-me. Pediu-me corações brilhantes.
Não tinha como negar-lhos!


18 de maio de 2007

outras imagens para ternura

Que meninas tão doces.

7 de maio de 2007

ainda por falar em mães

















Aqui está outra vez a minha, de fato-de-banho às riscas verticais, talvez na praia da Figueira da Foz. Bonita.
Quem encontrou a foto foi a prima Joani que, não reconhecendo a tia, a usou para divulgar uma festa de passagem de ano. (fiquei com uma mãe com cabeça de estrela :)














(mais fotos bonitas da colecção da Joana, aqui)

feito à mão, com carinho


















Da filha para a mãe. Prendas preparadas com tempo. A lição é a mesma que a da rosa: é o tempo que lhe dedicamos.

E ainda tive direito a pequeno-almoço na cama! Cheiroso.

6 de maio de 2007

perder um dia



Apaguei sem querer todo o cartão, perdi todas as imagens que documentavam o meu dia 5 de Maio... Apesar de tudo, não foi tão grave como perder 4 anos de memórias.
Mas das consequências, fico com pena de não poder guardar a primeira ida da Mariana ao Penedo da Saudade, algumas imagens da Feira do Livro e do CAV e de já não me poder juntar ao grupo do Flickr. Fica o Alex como representante dos meus contactos. Ele não é pro por acaso!
Quanto à lição a tirar.... só se for "não faças nada ao acordar quando o sono deixou de ser teu amigo há alguns anos".

(imagem: sleeper, de Paula Rego)

5 de maio de 2007

há música no ar






















Em semana de Queima não se estranha nada nesta cidade. Mas ouvindo a música que vem do Estádio e enche o espaço em volta começo a pensar se não deveria comprar bilhetes para o grande concerto do próximo sábado...

(Até sábado, Ju? E obrigada a ti -aos dois-, por tudo e pela sopa ;)

Da ida ao Feito Conceito, só um batido de ananás. Porque declinei a oferta de umas sandálias lindas!! Parece que o Baile de Gala esgotou as mãos no cabeleireiro. Não faz mal, fico com uma desculpa para lá voltar no sábado!

Mais uma Feira do Livro. Comprei um livro, trouxe quatro. Nada mal. Fiquei com vontade de voltar aos alfarrabistas e... de comprar uma ampulheta das antigas. Se não for a Lisboa antes, tenho que estar atenta às datas das próximas Feiras dos Trastes (ou, como é agora chamada, Feira das Velharias, um nome politicamente mais correcto; mas eu encosto-me à nostalgia e lembro-me bem de como e por mão de quem começou).

3 de maio de 2007

de retalhos






Este cresce timidamente, ainda sem saber bem como vai acabar. Espera ser um quilt de bebé.

Não pode sair diferente do previsto porque não chegou a ser previsto. Não teve direito a esquemas de traços e cor. Mas abriu caminho a alguns desenhos. É uma genuína manta de retalhos, ou quilt, de principiante! No entanto, sendo o padrão mais simples, tem algumas características interessantes, como as variações que se podem fazer e que dão origem a trabalhos tão bonitos, ou a ideia de que a aplicação destas tiras de tecidos cosidas em bloco poderá ter tido origens independentes em vários pontos do planeta, em tempos diferentes. Evolução convergente no mundo dos tecidos! :)

E depois, fazer coisas ao retalhos não só ajudam a avançar devagar mas com resultados visíveis (cada bloco é uma vitória, trabalho acabado!), como ainda se prestam a ideias originais, como fazê-los de papel.
















De retalhos de papel a retalhos de cor, a minha nova aquisição para a galeria dos objectos-que-nos-tornam-mais-felizes: um lindíssimos postal do Hundertwasser. Oferta da Sara, que também me emprestou um livro sobre ele a as suas 5 peles e me levou a casa dele.

(obrigada outra vez, Sarita!)

23 de abril de 2007

retrato um pouco auto...


...porque ela é parte de mim.

18 de abril de 2007

soltas















Se o PNR tivesse assistido a este programa ontem à noite talvez percebesse melhor o absurdo do seu cartaz. A ignorância é uma das mais perigosas condições humanas; a memória cultiva-se.

Ontem voltei ao ioga, depois de duas semanas sem lá ir por dois bons motivos. Choveu no final da aula. Antecipámos o arco-íris e o cheiro a terra molhada.

Sinto-me a irmã do meio. Cheguei depois do mano mas antes da mana. Os três no mundo da utopia.

A prima Aleka tratou do programa para logo à noite. Eu aproveitei a dica para tratar do programa de amanhã à tarde.

O tema da nova colecção de selos dos CTT está a concurso. Na primeira fase votei nos brinquedos antigos portugueses, razões do coração. Uma infância eterna. Desta vez razões do coração aliam-se a razões mais práticas e solidárias e embora a proposta de selo não seja particularmente bonita, a causa é. A autora pretende canalizar os 1500 euros do prémio para o combate ao abandono e sobrepopulação de gatos na zona do Porto. Votei.

Para acreditar melhor nos dias grandes e mais luminosos passeio-me com sapatos de menina pelo eixo Porto-Lisboa, com paragem obrigatória em casa.

Um prato de louça antiga. Tão antiga que já não se consegue ler o selo verde da fábrica que o fez nascer. É um tesouro da cozinha da minha mãe que cobiço só para mim.

14 de abril de 2007

porque hoje é dia 14 de abril












Eu conheço dois meninos
que em tudo são diferentes.
Se um diz: "Dói-me o nariz!"
o outro diz: "Ai, meus dentes!"

Se um quer brincar em casa,
o outro foge para o monte;
e se este a casa regressa,
já o outro foi para a fonte.

É difícil conviver
com tanta contradição.
Quando um diz:"Oh, que calor!",
"Que frio!" - diz o irmão.

Mas quando a noitinha chega
com suas doces passadas,
pedem à mãe que lhes conte
histórias de Bruxas e Fadas.

E quando o sono esvoaça
por sobre o dia acabado,
dizem "Boa noite, mãe!"
e adormecem lado a lado.

Os dois irmãos, Maria Alberta Menéres



Parabéns!!

4 de abril de 2007

hoje conheci muita música












Cortesia da prima Joani.
Prenda de anos; pedi um, recebi dois!

2 de abril de 2007

hoje aprendi uma música



Cortesia do Matias. E ele contou-me que uma das vozes é minha.