roupa nova...
... a prenunciar um novo ciclo mais luminoso.
PS: Apesar de ser óbvio, o seu a seu dono: a pintura lá de cima é uma "Obra de Joan Miró".
... a prenunciar um novo ciclo mais luminoso.
PS: Apesar de ser óbvio, o seu a seu dono: a pintura lá de cima é uma "Obra de Joan Miró".
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Zef
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10:03
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Etiquetas: pintura
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rita
às
16:16
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Quando os regressos forem a excepção.
Quando os regressos não trouxerem uma nova partida.
Então teremos tempo para inventar novos programas.
Como aprender o nascimento de um mural,
entrar nos pensamentos do seu autor e depois ir vê-lo com olhos de ver.
E perceber as palavras que Picasso usou na altura: "A pintura não é feita para decorar apartamentos. É um instrumento de guerra contra a brutalidade e a ignorância".
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rita
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13:30
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Etiquetas: diário, escrevendo, fotografia, pintura

La desintegración de la persistencia de la memoria, Salvador Dalí, 1954
One had a lovely face,
And two or three had charm,
But charm and face were in vain
Because the mountain grass
Cannot but keep the form
Where the mountain hare has lain.
Memory, WB Yeats
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Zef
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10:50
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A Ana ensinou-me que o Edward Hopper é considerado um dos precursores da pop art, por causa do grafismo presente em alguns dos seus quadros,
Bastam-me as cinco pontas de uma estrela
E a cor dum navio em movimento
E como ave, ficar parada a vê-la
E como flor, qualquer odor no vento.
Basta-me a lua ter aqui deixado
Um luminoso fio de cabelo
Para levar o céu todo enrolado
Na discreta ambição do meu novelo.
Só há espigas a crescer comigo
Numa seara para passear a pé
Esta distância achada pelo trigo
Que me dá só o pão daquilo que é.
Deixem ao dia a cama de um domingo
Para deitar um lírio que lhe sobre.
E a tarde cor-de-rosa de um flamingo
Seja o tecto da casa que me cobre
Baste o que o tempo traz na sua anilha
Como uma rosa traz Abril no seio.
E que o mar dê o fruto duma ilha
Onde o Amor por fim tenha recreio.
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rita
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01:09
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rita
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20:30
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Entre nós e as palavras há metal fundente
entre nós e as palavras há hélices que andam
e podem dar-nos morte violar-nos tirar
do mais fundo de nós o mais útil segredo
entre nós e as palavras há perfis ardentes
espaços cheios de gente de costas
altas flores venenosas portas por abrir
e escadas e ponteiros e crianças sentadas
à espera do seu tempo e do seu precipício
Ao longo da muralha que habitamos
há palavras de vida há palavras de morte
há palavras imensas, que esperam por nós
e outras, frágeis, que deixaram de esperar
há palavras acesas como barcos
e há palavras homens, palavras que guardam
o seu segredo e a sua posição
Entre nós e as palavras, surdamente,
as mãos e as paredes de Elsenor
E há palavras nocturnas palavras gemidos
palavras que nos sobem ilegíveis à boca
palavras diamantes palavras nunca escritas
palavras impossíveis de escrever
por não termos connosco cordas de violinos
nem todo o sangue do mundo nem todo o amplexo do ar
e os braços dos amantes escrevem muito alto
muito além do azul onde oxidados morrem
palavras maternais só sombra só soluço
só espasmo só amor só solidão desfeita
Entre nós e as palavras, os emparedados
e entre nós e as palavras, o nosso dever falar
Mário Cesariny (Pintura: Pranto por Tuparamaru - 1978)
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Zef
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16:16
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Duas peças de um mesmo puzzle são forças que se complementam e equilibram, permitindo movimento e mudança. Essas mutações que criam a diversidade essencial à sanidade. Se uma força é fria, a outra é quente e se uma peça é escura, a outra é luminosa. Se um puzzle tiver 1000 peças, 500 são o dia e 500 são a noite. E se tiver 1001?
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Zef
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14:52
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Etiquetas: escrevendo, pintura