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17 de janeiro de 2008

she's crazy like a fool

Hoje deu-me para isto.

1976. Os Boney M., criados por Frank Farian (mais tarde responsável pelos Milli Vanilli, a maior fraude da história da música), eram um grupo particular que se viria a tornar um dos maiores fenómenos europeus dos anos 70. Faziam parte da banda Liz Mitchell, Marcia Barrett, Maizie Williams e Bobby Farrell. Apesar de todos cantarem nos espectáculos ao vivo (será?), nas gravações as vozes eram de Liz, Marcia e do próprio Frank que fazia a voz masculina e algumas femininas (é a magia do estúdio...). Bobby, a personagem mais forte do grupo, apenas foi autorizado a participar nas gravações mais tarde, nos anos oitenta. É deles o extraordinário Daddy Cool. O Eurodisco pisto-dance ainda vive!



Impagável era a peformance ao vivo:



Claro que uma música, repito, tão extraordinária tinha de ser revisitada. Não são muitas as versões mas recentemente os Placebo não resistiram:



Para completar o ramalhete deixo o poema, também ele extraordinário:

She's crazy like a fool.
What about it Daddy Cool?

She's crazy like a fool.
What about it Daddy Cool?
I'm crazy like a fool.
What about it Daddy Cool?

Daddy, Daddy Cool
Daddy, Daddy Cool
Daddy, Daddy Cool
Daddy, Daddy Cool

She's crazy like a fool.
What about it Daddy Cool?
I'm crazy like a fool.
What about it Daddy Cool?

Daddy, Daddy Cool
Daddy, Daddy Cool
Daddy, Daddy Cool
Daddy, Daddy Cool

She's crazy about her Daddy.
Oh, she believes in him.
She loves her Daddy.

She's crazy like a fool.
What about it Daddy Cool?
I'm crazy like a fool.
What about it Daddy Cool?

Daddy, Daddy Cool
Daddy, Daddy Cool
Daddy, Daddy Cool
Daddy, Daddy Cool

Resta-me sossegar os espíritos mais inquietos referindo que sim, é verdade, eles ainda existem! Não na forma original mas andam por aí!

17 de novembro de 2007

you really got me

Estávamos em 1964. Os britânicos The Kinks tinham falhado redondamente nos seus dois primeiros singles e a editora Pye pressionava-os fortemente para finalmente conseguirem um êxito. Foi então que da cabeça do cantor/compositor do grupo, Ray Davis, surgiu You Really Got Me, o tal hit que lançou a banda para o estrelato (embora nunca atingindo a notoriedade dos Beatles ou The Rolling Stones, por exemplo). Desde então a música tem sido frequentemente revisitada e vestida com novas roupas, sendo a cover mais conhecida talvez a dos Van Halen.

Numa tentativa de tradução livre do poema:

"Rapariga, puseste-me mesmo enérgico,
puseste-me de tal forma que não sei o que estou a fazer.
Sim, agora é que me apanhaste,
puseste-me de tal forma que não consigo dormir de noite."

Vamos lá então às diferentes versões:

1964, The Kinks (original):


1978, Van Halen:


2006, Robots in Disguise:


E porque não esta versão do portugueses Wraygunn?

21 de abril de 2007

variações


















I Heard It Through the Grapevine
foi escrita em 1967 por Norman Whitfield e Barrett Strong da Motown, uma editora que desempenhou um papel importante na integração da música "racial" na sociedade americana. A música foi gravada pela primeira vez com Smokey Robinson & the Miracles como vocalistas, mas essa versão, a original, foi vetada por Berry Gordy, director da Motown. A segunda versão gravada pelos The Isley Brothers também não passou o crivo da direcção. Seguiu-se Marvin Gaye que trabalhou a música durante dois meses antes de a gravar com The Andantes e The Funk Brothers sem melhor sorte. A quarta tentativa, bem sucedida finalmente, foi feita por Gladys Knight & the Pips. Esta acabou por ser a primeira versão editada e atingiu o segundo lugar nas tabelas americanas no ano de 1967. Mas Marvin Gaye não desistiu: gravou uma nova versão que lhe garantiu o primeiro lugar nas tabelas em 1968. Desde então tem sido refeita dezenas de vezes por diversos músicos como Ben Harper, Joe Cocker, The Cowntdown Singers, Creedence Clearwater Revival, Roger, Barbara Dickson, Kaiser Chiefs, Ella Fitzgerald, The Slits entre muitos outros.


Marvin Gaye


The Slits


Kaiser Chiefs


Roger

Fonte: wikipedia (como sempre... ou quase...)
Foto: Gladys Knight & the Pips

31 de março de 2007

cover



















The Peter Gunn Theme,
de Henry Mancini, é o tema principal da série televisiva americana Peter Gunn lançada em 1958. Rapidamente esta música tornou-se um grande sucesso e símbolo da ficção policial, valendo a Mancini um Emmy e dois Grammys. Várias versões têm sido criadas por diversos músicos de jazz, blues e rock, como Ray Anthony, Brian Setzer, The Cramps, Jimi Hendrix, Aerosmith, ELP, Pulp, The Blues Brothers, Sarah Vaughan e Art of Noise, entre outros. Hoje em dia faz parte do imaginário de quase toda a gente, muitas vezes sem associação directa ao tema original.


Sarah Vaughan (Max Sedgley remix)


Art of Noise


The Blues Brothers