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4 de março de 2008

saudades de casa



Há um mês que não vou a Coimbra. Enquanto espero por sábado para voltar a casa, outros planeiam mais um dia de festa ao ar livre nas escadas de Quebra Costas.

No comunicado de imprensa:
"Nas escadas de Quebra-Costas, no próximo sábado 8 de Março, entre as 11 e as 20 horas, terá lugar uma iniciativa de animação urbana, promovida pelos estabelecimentos comerciais e de restauração daquele espaço da cidade, que consiste num mercado ao ar livre. Para além dos produtos dos estabelecimentos locais, à venda no exterior, as actividades presentes vão incluir artesanato urbano, roupa, bijuteria, acessórios e artigos em segunda mão, design, mobiliário, discos, livros, banda desenhada, produtos biológicos, comida macrobiótica, bolos regionais, massagem shiatsu, cabeleireiro, manicure e muito mais... Como habitualmente, o ambiente musical será conduzido por djs: OHM, Dedo e David Rodrigues. Pelas 19:00, actuará ao vivo o projecto Beta Junkbox.

O Mercado Quebra-Costas é uma iniciativa de dinamização cultural e comercial que se realiza neste lugar da cidade desde Março de 2007. Coincidirá, em 2008, normalmente com o segundo sábado de cada mês.

Esta é uma iniciativa de resistência ao adormecimento e esvaziamento do centro de Coimbra, que aposta num formato actual, urbano e inclusivo, pretendendo congregar a participação de todos (artistas, comerciantes, população e instituições) para a intensificação da actividade e usufruto do espaço público. Em termos de orientação temática, as actividades participantes devem ter como referentes cultura, arte e artesanato urbano, bem-estar e sustentabilidade.

O projecto "Beta Junkbox" tem como constituintes Tiago Fonseca (guitarra e bateria) e Miguel Domingues (voz, guitarra e harmónica); consiste na interpretação primitiva e de baixa fidelidade de covers, provenientes do panorama blues, tanto passado como recente. Os djs participantes são OHM (school of digital arts), Dedo (www.myspace.com/dedo) e David Rodrigues (cosa nostra).

Convidamos a cidade a vir dar vida a um dos espaços públicos mais interessantes e característicos do património urbano de Coimbra."


Do Mercado de Fevereiro, mais duas imagens (no mês passado fui às compras, talvez este mês vá cortar o cabelo...).
Vamos?

26 de março de 2007

tudo sobre a nossa água



coimbra tem um novo museu, dedicado à água e ao seu papel no equilíbrio ambiental. resultou de uma colaboração entre a empresa águas de coimbra e a câmara municipal, beneficiando do programa polis. é pequenino, já que se instalou no antigo edifício da estação elevatória de captação de água (cuja construção data de 1922), mas estende-se pelo parque manuel braga até ao coreto (também recuperado), onde a orquestra clássica do centro voltará a actuar ao entardecer.



inaugurou com uma pequena exposição sobre esses pedaços de algodão com que esculpimos figuras no céu.


e não podia faltar o rio!

8 de março de 2011

primeiras vezes

quebra orelha
citac na mata do botânico

Há uma loja nova na cidade, que nasceu pela mão do Afonso: a Quebra Orelha. Ainda não a conheço mas já sou proprietária dos primeiros objectos vindos de lá. Obrigada, Aleka! Na foto, ficou a faltar o papel de embrulho, criado pela Joani.
[os rebuçados -deliciosos!- são da Papabubble]

Integrado na XIII Semana Cultural, o CITAC encenou uma peça para ser apresentada na Mata do Botânico. E foi assim que finalmente conheci um dos mais belos segredos de Coimbra.

7 de junho de 2009

11 de maio de 2009

Parapelecopsis conimbricensis

A minha cidade não é só bonita e nela não se faz só história e doutores. A minha cidade aloja espécies nunca antes vistas e baptiza-as.
A novas aranhas do planeta, directamente do Jardim Botânico de Coimbra, descritas aqui.

15 de novembro de 2008

contagem decrescente: 0!

Coimbra, 15 de Novembro de 1994:




Porto, 15 de Novembro de 2008:

29 de abril de 2008

a caça ao candeeiro - parte 2



A parte 1 foi no sábado anterior, mas à tarde e com chuva.

A caça propriamente dita começou quando o meu candeeiro de estimação se fundiu de forma aparentemente irreversível (as tentativas para o reanimar deram origem a uma pequena aventura doméstica-eléctrica!). Substituir um objecto cheio de histórias, como este candeeiro, não é tarefa fácil. Encontrar o substituto ideal para uma casa sem estilo definido, ainda mais complicado. Por isso, e porque passo perto desta loja quase todos os sábados em que vou servir o jantar nos Albergues, acabámos por acordar escolher um destes candeeiros. Até porque a caça a uma loja semelhante revelou-se deveras frustrante...

Sábado à tarde estão quase todas as lojas fechadas (o que nos levava a outro tema de conversa, como por exemplo o porquê dos pequenos comerciantes da baixa não se adaptarem aos novos horários da população). Mas mantendo-nos fieis à desejada compra, seleccionámos alguns candeeiros pelo vidro da montra.
-Eu quase me decidi pelo cor-de-laranja da prateleira de cima, na segunda estante, à esquerda (quem sabe se porque o meu de sempre, em Coimbra, e agora da Mariana também é dessa cor).

Sábado de manhã contávamos com a loja aberta e lá fomos novamente. Parte 2. Mas a loja estava fechada, embora o horário na porta nos garantisse que não, que estava aberta. Outra volta em busca de lojas com candeeiros do nosso agrado, outra procura infrutífera. Pelo menos o tempo estava muito bom. Passeámos!

Quanto ao candeeiro, a parte 3 será tentada num dia de semana. A ver se dessa vez...

a festa correu bem







Bom tempo, boa música, boa companhia. Com ingredientes destes, é fácil passar um bom dia!
Aqui, mais algumas fotografias.

(a festa da liberdade; Galerias de Sta Clara, Coimbra, 25 de Abril de 2008)

13 de março de 2008

ano tangerina




Começou ainda 2007 não tinha acabado, com a irresistível agenda De Cebolais de Cima a Sarilhos Grandes.

A toponímia portuguesa é tão rica e curiosa que muitos de nós já brincaram com ela. Miguel Esteves Cardoso talvez tenha sido o primeiro a difundir este património, nas suas crónicas n'O Independente. A mim fazem-me lembrar de uma interminável viagem de comboio, de regresso a Coimbra depois de uns dias das férias da Páscoa bem passados no Gerês, que se tornou miraculosamente curta a partir do momento em que desdobrámos o mapa de Portugal e começámos a passear pelas mais fantásticas terras. Ou a primeira vez que fui a Évora, outra viagem cansativa porque optámos pelas estradas nacionais. O Alentejo é sem dúvida uma fonte inesgotável de nomes de terras curiosos.
Da minha Beira Alta, talvez Venda das Raparigas seja o que mais se presta a uma exclamação. Mas Avô e Ponte das Três Entradas sempre deixaram nos meus interlocutores uma expressão estranha! E mesmo ali ao lado está a Aldeia das Dez, que consta da lista de nomes que por razões de espaço foram obrigados a deixar de fora.

Depois da agenda, não resisti a Uma mesa é uma mesa e a A grande invasão. As edições da Planeta Tangerina assemelham-se ao novo cinema de animação: embora o público-alvo seja o infantil, as belíssimas ilustrações, o cuidado com os acabamentos, como as lindas guardas, o sentido de humor e os pequenos detalhes tornam os livros perfeitos para adulto apreciar. E nem se esquecem de nós!
(mais deste planeta bem humorado e colorido, aqui)



Outra editora portuguesa que também me tem conquistado é a Edições Éterogémeas. Livros mais pequenos, ilustrações menos ambiciosas, textos divertidos. Uma história de uma meia que acaba numa bola de meias (como eu gosto delas!) e uma interpretação de provérbios portugueses (outro tema preferido), vivem agora cá em casa.


(e as tangerinas a sério... um achado da minha mãe, que tem a sorte de trabalhar em frente ao Mercado do Calhabé e comprar fruta que cresce em árvores que crescem em pequenos quintais e não percebem o significado de "agricultura biológica" porque não conhecem outra forma de crescer; deliciosas; eram as últimas, já acabaram!)

11 de fevereiro de 2008

bancos de jardim



Depois dos sinais de trânsito, os bancos de jardim.
Amostras de coisas bonitas que abundam neste país. Pequenas colecções, a pedir organização. Um blog, algum tempo e uma super-máquina serão o ponto de partida.
Noutra altura, mergulharei nas fotografias dos arquivos de outros tempos, de quando nem sempre disparava porque a mesada não esticava para tantas revelações! Viva o digital, sem dúvida, mas confesso que tenho saudades da velhinha máquina e do ampliador esquecido dentro do armário...

Bancos de Coimbra, bancos com vistas para o Mondego. Bancos onde se passam bons momentos a ler ou a estudar ao som da água. Bancos a precisar de uma reforma urgente, quer na estrutura (o muro chega a ter inclinações assustadoras) quer nos belíssimos azulejos.
E mais alguns bancos destes.



3 de fevereiro de 2008

paisagens interiores


As livrarias são bons sítios para se passear em dias de chuva.
(Livraria Almedina, Coimbra)

3 de outubro de 2007

meu selo



No postcrossing continuo a ser uma pré-doutora à beira de um ataque de nervos. Tenho que alterar o perfil, claro, mas queria fazê-lo acompanhado de mais mudanças.

Ando a namorar a ideia de fazer uns postais a partir de algumas fotografias. Tenho inclusive tirado fotografias-para-o-postal. Não porque goste particularmente desse tipo de fotografias e muito menos porque me ache uma fotógrafa digna de ter os seus próprios postais. Apenas porque quase todos os postcrossers -eu incluída- pedem postais com imagens da nossa terra e, salvo raríssimas excepções, os postais de Coimbra que encontro me deixam muito desanimada. Acabo por comprar postais de que não gosto ou então velhotes e amachucados. Quando me lembro e encontro a loja aberta, também compro a um velho fotógrafo que fez de algumas fotografias suas postais.

Um outro motivo é que gosto destas novidades e de experimentar as maravilhas que o digital nos oferece! Hoje soube do que pode muito bem vir a ser a cereja em cima deste bolo: os CTT vão lançar um novo serviço, o meuselo, que nos permite personalizar os selos. Que bela ideia! Já divago... Até imagino bem os meus queridos sinais de trânsito...

26 de julho de 2007

passeio em família



Se não fosse pelo calendário, o tamanho da barriga não deixaria dúvidas: o irmão está mesmo a chegar!
E se eu não o levasse aos cheiros e sabores de Coimbra, ainda no seu refúgio confortável, não seria uma boa madrinha :)

Desta vez, da Solum até ao Parque. Para a próxima, poderemos dedilhar o clássico "do Choupal até à Lapa...".

A família gostou. Há dias que se passam assim: muito bem.

4 de junho de 2007

faça-se justiça :)




Os de Coimbra têm outro encanto, mas o Porto também tem jardins lindos. Um dos meus preferidos de sempre é o Palácio de Cristal.
Além de muito bonito, está muito bem cuidado e tem espaço e espaços para todos os gostos.
Só um senão... os horários da Biblioteca Municipal Almeida Garrett. Será que a Câmara não arranjava um cantinho no orçamento para desdobrar os horários dos funcionários e manter a Biblioteca aberta até mais tarde e aos domingos?