28 de julho de 2008

no teu aniversário

Íamos, sem saber para onde,
Perseguidos por miragens de cidades
Derrotadas construídas no milagre,
Hortelã pimenta aos nossos pés,
As aves acompanhando-nos o voo,
E no rio os peixes à procura da nascente;
O céu, a nós se abrindo.

Arsenii Tarkovskii
(in '8 Ícones')


Ano após ano… Bom mesmo é estar ao teu lado e cantar-te ao ouvido…


22 de julho de 2008

dois séculos



Edifício situado na Rua José Falcão, Porto (da mesma fachada, esta e esta).
Tirada durante este passeio-caça.

21 de julho de 2008

duarte: onze meses



(a língua de fora é quase uma imagem de marca!)

amara



Uma pessoa muito especial. Tão genuína e transparente como todos os seus trabalhos.
Mais, aqui.

19 de julho de 2008

o regaço dela



(três bolas de meias encomendadas ao pano)

17 de julho de 2008

interrupção



Leio-me em todos estes dias que não escrevo aqui. Estranha sensação...

Depois chegou domingo. E quinze minutos de areia nos pés, a praia cheia, o sol do fim de tarde. Ela ficou, a aproveitar o Verão, as férias. A descansar das danças. A brincar.

14 de junho de 2008

12 de junho de 2008

rook* on the roof




















*Gralha-calva em Derry, Maio 2008 (fotografia usurpada à Rita e profanada por mim).

5 de junho de 2008

memory album




Chegar.
A casa de Palatine. As primas. As amigas da prima. As amigas e os amigos da prima. Um jantar, uma festa. Mercados, lojas, museus, exposições. Os livros e as várias faces do design chinês contemporâneo. Os 100 anos do plástico. E mais, muito mais. O eterno céu cinzento e a chuva teimosa. As pessoas coloridas, mascaradas, aperaltadas. A Super Bock na Favela (chic)! O dub da Fabric. Os parques. Os cemitérios de pedras desalinhadas. Church Street. Angel Street. Candid Arts Trust. O café, o cheesecake. Um salto à Tate Modern, o fim-de-semana era longo. O cabaret do Bistrotheque (não fiques triste ;). Regent Canal, um local sem mapas. Broadway Market. O sushi rotativo e o único café bom. Um autocarro de borla! The Shakespeare, com pizzas, sem quiz. Uma intenção de um Sonho num noite de Verão. O champanhe, o vinho e um Cosmopolitan. E o sorriso grande da prima. Ali ao lado, as ruas do Dickens. A animação nocturna em Shoreditch e no Soho. Brindes com champanhe, ao entardecer, junto ao Tamisa. Brindes à prima, no seu sítio de eleição. Vinte e dois metros de tecido e um de plástico. Uma grande caminhada a pé.
A casa de Palatine. Voltar.
Obrigada!



e vice-versa



(o primeiro saco reversível ;)

29 de maio de 2008

aviso















Obrigado.

Rua de José Falcão, Porto.

and now for something completely different

A reprodução no ornitorrinco não ocorre até este completar 7 anos. Isto deve-se em parte à incapacidade do macho em produzir esperma até essa idade. De facto, um ritual familiar muito comum nos ornitorrincos consiste em presentear o novo adulto com a primeira reprodução na festa do séptimo aniversário. No entanto, o conservadorismo, uma corrente com implantação crescente entre os ornitorrincos, leva por vezes a que a primeira reprodução aconteça mais tarde, por volta dos 7 anos e meio. Só os ornitorrincos chamados avant garde arriscam reproduções precoces. Para que a reprodução possa ocorrer, os órgãos reprodutivos quer do macho quer da fêmea terão de atingir a maturidade sexual, aumentando de tamanho. Alcançam o seu tamanho máximo entre Julho e Agosto, altura em que a cópula ocorre, também como processo termorregulador, porque no Inverno australiano parece que não mas às vezes levanta-se uma aragem fria. O corpo da fêmea adapta-se de modo a produzir o leite para as suas crias, a partir de dois mamilos (glândulas sudoríparas modificadas) localizados no seu abdómen, cercados de pêlo. Segundo foi dado a conhecer por investigadores da Universidade de New South Wales os ornitorrincos afirmam que "leite com sabor a suor? Primeiro estranha-se e depois continua-se a estranhar. Muito ornitorrinco troca a mãe por uma vaca". Pouco se sabe sobre o ritual de acasalamento do ornitorrinco, mas observações de animais em cativeiro forneceram algumas pistas relativamente a este processo. Começará, então, com um processo natatório em tudo semelhante a uma prova de natação sincronizada, mas sem molas no nariz, em que o macho e a fêmea se vão aproximando. Este comportamento é iniciado a maior parte das vezes pela fêmea, lambendo o pêlo em redor dos sovacos. Após esta demonstração de interesse em copular por parte da fêmea, o macho uiva incessantemente, batendo ritmadamente com a pata traseira na água, e agarra a cauda da nina com o bico, subindo parcialmente para as suas costas de modo a obter uma posição apropriada para a cópula. Ondula então a sua cauda em volta do abdómen da fêmea, de modo que o seu pénis, localizado na cloaca (cavidade única por onde urina, defeca e que serve como órgão reprodutor) possa ser introduzido dentro da cloaca feminina, num processo denominado "tentativa-erro". Se for bem sucedido, a fecundação ocorrerá. Se não for, dá-se a acção inversa à aqui exposta anteriormente, sendo caracterizada por uma ausência de acontecimento, ou seja, a fecundação não ocorrerá. Muitos ornitorrincos colapsam com a pressão.

Não se sabe ao certo o tempo durante o qual decorre a gestação. Umas vezes dura um mês, outras nove. A fêmea pode produzir entre um e três ovos simultaneamente. Há no entanto cloacas que aguentam com muito mais ovos, dependendo da sua elasticidade. Estes ovos têm entre 16 e 18 mm altura e 14 e 15 mm de largura. São semelhantes aos dos répteis, pegajosos, e com uma pele macia com o rabinho de um bebé. Uma vez postos os ovos, a mãe incuba-os na sua toca (com aproximadamente 30 cm de largura, feita com uma mistura de vegetação). Mas o ornitorrinco fêmea não tem uma bolsa, por isso coloca o seu corpo em volta dos ovos a fim de incubá-los, processo que dura aproximadamente 10 dias. Após este período nasce uma cria de ornitorrinco com cerca de 18 mm de comprimento. As crias alimentam-se do leite materno, durante 3 ou 4 meses. Quando saem da toca têm cerca de 80% do tamanho e 60% do peso de um adulto. Após abandonarem da toca continuam ainda a alimentar-se do leite materno. "Até cada vez mais tarde" afirmam alguns sociólogos.

Fonte: Wikipedia (salvo alguns pormenores).

PS. Quais são os sintomas da demência?