31 de março de 2009

mediocridade

Não tenho a certeza de que não seja contagiosa...
Pelo seguro, tenho é que tratar de sair de depressa.

29 de março de 2009

razões para ir ao cinema

- Relaxar, descontrair?

Ok, não é habitual, mas de vez em quando é razão que chegue. E assim hoje vi o Vicky Cristina Barcelona. Em parte por isto ou isto, não levava qualquer expectativa além de uns quantos minutos light. Assim foi.

ah, foi bom!



Foi bom demais!!
Agora acabou... (Dª Fátima, seja carinhosa!)
Sobrevém a nostalgia, dos companheiros e dos momentos. Talvez possamos repetir.

(e não fiques triste, priminha, eu não vou resistir a meter-me noutra aventura destas :)



22 de março de 2009

cenografia




Os últimos dias, os grandes preparativos.
Decoramos os textos em casa enquanto montamos o cenário no nosso palco, o mesmo espaço onde passámos muitas horas nestes primeiros meses de 2009 a saltar, correr, rebolar, rastejar, dançar. A encher de gritos e de sussurros.

A três dias do fim do atelier, estou inevitavelmente a começar a sentir saudades...

Mas por enquanto, o tempo é para as últimas montagens, provas de roupa e ensaios, ensaios, ensaios. Luz, luzes, diversão!



21 de março de 2009

18 de março de 2009

então mas...

... está tudo doido??!
Primeiro isto. Agora, isto!
É que se argumentar normalidade é parvo, afirmar que o uso do preservativo é prejudicial ao combate à proliferação do vírus VIH é criminoso.
Mas porque é que este senhor não se entretém a comprar sapatos e fica calado?...

15 de março de 2009

em ensaios



Porque já se aproxima o dia em que vamos estrear a nossa Maratona!

"Exercício final do Atelier de Teatro “Esta noite não estou para ninguém”, a partir do texto Os Cavalos Também Se Abatem, de Horace McCoy.

Partindo do universo da obra Os Cavalos Também Se Abatem, construiu-se um exercício “onde será necessário pôr à prova a habilidade e a resistência, na maior maratona de dança do mundo” (Rocky).

No mundo actual, somos cada vez mais confrontados com o sofrimento dos outros, perante o qual assumimos quase sempre a posição de observadores passivos – quer por causa do fascínio que nos suscitam os programas de televisão que exploram a intimidade dos participantes, expondo-os perante o público em troca de algum dinheiro e dos tão desejados 15 minutos de fama, quer no caso dos acidentes nas auto-estradas, em que abrandamos para ver se alguém morreu, se há feridos. São situações que despertam reacções complexas, controversas, revelando o melhor e o pior do ser humano – o prazer em devassar a intimidade alheia, o prazer em sentir compaixão pelo nosso semelhante.

Glória e Robert são os dois personagens principais nesta intriga. Entram num concurso de dança com o único objectivo de conquistarem uma vida melhor (mesmo que tal aconteça apenas no tempo de duração do concurso, pois têm comida e dormida de graça). No entanto, ambos acalentam um sonho. Glória quer ser actriz em Hollywood e Robert quer ser realizador. Nem sempre a hierarquia dos sonhos que temos para a nossa vida determina o curso das decisões que tomamos…"

(texto reproduzido com a autorização do autor)

12 de março de 2009

para ti





Por tantos anos com música e que tal.
Parabéns!

11 de março de 2009

obrigada, senhor procurador geral da república

Gostei bastante de ouvir Pinto Monteiro ontem à noite, quando ensinou aos nossos caríssimos deputados como redigir leis coerente, fazendo bom uso do português.
Uma lufada de ar fresco neste país onde quem governa é mais-ou-menos licenciado, quem dirige a educação no norte sabe mais-ou-menos escrever em português e os alunos do ensino básico só têm que mais-ou-menos ser avaliados!

chupistas

"A Galp chupou, chupou, chupou até mais não poder e ganhou 105 milhões de euros à nossa custa".
Domingos Amaral, director da GQ, "Correio da Manhã"; do "Público"

Nem mais.

ah e tal, não é normal

Sempre que se diz que isto ou aquilo não é normal lembro-me da Dona Zulmira da tasca da Virgulina. Ser gorda, zarolha e manca não é nada normal. Apesar disso, suponho que ninguém põe em causa o seu direito a arranjar parelha ou mesmo, apesar de neste aspecto ter mais reservas, a procriar. Haja quem lhe pegue, coitada! Depois penso na Monica Belluci. Aquela mulher não é normal. E não tenho dúvidas que umas quantas pessoas (ambos os sexos incluídos) não hesitariam em tentar repetidamente procriar com tal criatura. Finalmente pergunto-me como é que uma pessoa de 77 anos é virgem, veste frequentemente saia e não tem pejo em fazer considerações sobre o que é ou deixa de ser natural. Não me parece nada normal. É anormal, diria.

10 de março de 2009

lição de botânica


Árvore de folha perene convive lado-a-lado com árvore de folha caduca.

(pois, o meu forte é mais a genética... e com animais, se faz favor)