mediocridade
Não tenho a certeza de que não seja contagiosa...
Pelo seguro, tenho é que tratar de sair de lá depressa.
Não tenho a certeza de que não seja contagiosa...
Pelo seguro, tenho é que tratar de sair de lá depressa.
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rita
às
20:34
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Etiquetas: diário
- Relaxar, descontrair?
Ok, não é habitual, mas de vez em quando é razão que chegue. E assim hoje vi o Vicky Cristina Barcelona. Em parte por isto ou isto, não levava qualquer expectativa além de uns quantos minutos light. Assim foi.
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rita
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00:50
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Foi bom demais!!
Agora acabou... (Dª Fátima, seja carinhosa!)
Sobrevém a nostalgia, dos companheiros e dos momentos. Talvez possamos repetir.
(e não fiques triste, priminha, eu não vou resistir a meter-me noutra aventura destas :)


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rita
às
00:09
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Os últimos dias, os grandes preparativos.
Decoramos os textos em casa enquanto montamos o cenário no nosso palco, o mesmo espaço onde passámos muitas horas nestes primeiros meses de 2009 a saltar, correr, rebolar, rastejar, dançar. A encher de gritos e de sussurros.
A três dias do fim do atelier, estou inevitavelmente a começar a sentir saudades...
Mas por enquanto, o tempo é para as últimas montagens, provas de roupa e ensaios, ensaios, ensaios. Luz, luzes, diversão!
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rita
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13:49
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(de Portalegre)
E agora vou ali ensaiar e dançar, que se faz tarde!
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rita
às
14:09
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Etiquetas: colecções, colecções portuguesas, faits divers, pequenas e grandes viagens
... está tudo doido??!
Primeiro isto. Agora, isto!
É que se argumentar normalidade é parvo, afirmar que o uso do preservativo é prejudicial ao combate à proliferação do vírus VIH é criminoso.
Mas porque é que este senhor não se entretém a comprar sapatos e fica calado?...
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rita
às
21:08
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Etiquetas: sociedade

Porque já se aproxima o dia em que vamos estrear a nossa Maratona!
"Exercício final do Atelier de Teatro “Esta noite não estou para ninguém”, a partir do texto Os Cavalos Também Se Abatem, de Horace McCoy.
Partindo do universo da obra Os Cavalos Também Se Abatem, construiu-se um exercício “onde será necessário pôr à prova a habilidade e a resistência, na maior maratona de dança do mundo” (Rocky).
No mundo actual, somos cada vez mais confrontados com o sofrimento dos outros, perante o qual assumimos quase sempre a posição de observadores passivos – quer por causa do fascínio que nos suscitam os programas de televisão que exploram a intimidade dos participantes, expondo-os perante o público em troca de algum dinheiro e dos tão desejados 15 minutos de fama, quer no caso dos acidentes nas auto-estradas, em que abrandamos para ver se alguém morreu, se há feridos. São situações que despertam reacções complexas, controversas, revelando o melhor e o pior do ser humano – o prazer em devassar a intimidade alheia, o prazer em sentir compaixão pelo nosso semelhante.
Glória e Robert são os dois personagens principais nesta intriga. Entram num concurso de dança com o único objectivo de conquistarem uma vida melhor (mesmo que tal aconteça apenas no tempo de duração do concurso, pois têm comida e dormida de graça). No entanto, ambos acalentam um sonho. Glória quer ser actriz em Hollywood e Robert quer ser realizador. Nem sempre a hierarquia dos sonhos que temos para a nossa vida determina o curso das decisões que tomamos…"
(texto reproduzido com a autorização do autor)
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rita
às
21:52
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Etiquetas: teatro
Por tantos anos com música e que tal.
Parabéns!
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rita
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01:10
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Etiquetas: as nossas pessoas
Gostei bastante de ouvir Pinto Monteiro ontem à noite, quando ensinou aos nossos caríssimos deputados como redigir leis coerente, fazendo bom uso do português.
Uma lufada de ar fresco neste país onde quem governa é mais-ou-menos licenciado, quem dirige a educação no norte sabe mais-ou-menos escrever em português e os alunos do ensino básico só têm que mais-ou-menos ser avaliados!
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rita
às
22:41
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Etiquetas: sociedade
"A Galp chupou, chupou, chupou até mais não poder e ganhou 105 milhões de euros à nossa custa".
Domingos Amaral, director da GQ, "Correio da Manhã"; do "Público"
Nem mais.
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Zef
às
19:08
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Etiquetas: sociedade
Sempre que se diz que isto ou aquilo não é normal lembro-me da Dona Zulmira da tasca da Virgulina. Ser gorda, zarolha e manca não é nada normal. Apesar disso, suponho que ninguém põe em causa o seu direito a arranjar parelha ou mesmo, apesar de neste aspecto ter mais reservas, a procriar. Haja quem lhe pegue, coitada! Depois penso na Monica Belluci. Aquela mulher não é normal. E não tenho dúvidas que umas quantas pessoas (ambos os sexos incluídos) não hesitariam em tentar repetidamente procriar com tal criatura. Finalmente pergunto-me como é que uma pessoa de 77 anos é virgem, veste frequentemente saia e não tem pejo em fazer considerações sobre o que é ou deixa de ser natural. Não me parece nada normal. É anormal, diria.
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Zef
às
17:53
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Etiquetas: sociedade
Árvore de folha perene convive lado-a-lado com árvore de folha caduca.
(pois, o meu forte é mais a genética... e com animais, se faz favor)
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rita
às
00:07
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Etiquetas: faits divers