26 de abril de 2009
nós ossos que aqui estamos pelos vossos esperamos
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Zef
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Etiquetas: fotografário 2009, pequenas e grandes viagens
15 de abril de 2009
josé franco
Era a notícia que passava quando liguei a televisão: morreu o oleiro José Franco. Há tantos anos que ouço falar nele e na sua Aldeia típica. Os mesmo que passaram sem nunca a ter visitado. Ao ouvir a notícia da sua morte ocorreu-me que perdi a oportunidade de visitar o artista na sua obra. Estranho?
Mantenho a vontade de um dia conhecer a aldeia mas teria sido mais bonito conhecer também o artista do barro e da vida.
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rita
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23:48
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Etiquetas: faits divers, sociedade
13 de abril de 2009
tempo de ser criança
A Bem Me Queres promoveu uma recolha de assinaturas para que se institua o Dia Nacional da Adopção de Crianças*.
Podemos discutir a validade dos dias instituídos, especialmente se estes não passarem de meros exercícios de consumismo, mas o princípio deverá ser sempre o de assinalar algo que merece ser recordado. Neste caso, algo que urge ser mais debatido. A morosidade dos processos de adopção tira dia a dia o tempo que uma criança tem para ser criança, para viver em família, para ser especial.
A petição já foi entregue. Mesmo assim, vale a pena aumentar o grupo.
E para ir ajudando outras causas, há mais gestos simples, tão simples como o de mudar de motor de busca e passar a usar um solidário: gsolidario.
*Via Catarina.
[actualização em 15 de Abril de 2009: a proposta foi hoje discutida]
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rita
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23:28
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Etiquetas: sociedade
padrões
Imagens bonitas para descomprimir. Padrões, cores e memórias de um belo fim-de-semana alentejano.
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Neste início de projecto de mudar de casa, gostava de ter a sorte de encontrarmos uma com um chão assim.
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rita
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22:36
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Etiquetas: colecções portuguesas, faits divers, pequenas e grandes viagens
31 de março de 2009
mediocridade
Não tenho a certeza de que não seja contagiosa...
Pelo seguro, tenho é que tratar de sair de lá depressa.
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rita
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20:34
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Etiquetas: diário
29 de março de 2009
razões para ir ao cinema
- Relaxar, descontrair?
Ok, não é habitual, mas de vez em quando é razão que chegue. E assim hoje vi o Vicky Cristina Barcelona. Em parte por isto ou isto, não levava qualquer expectativa além de uns quantos minutos light. Assim foi.
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rita
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00:50
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ah, foi bom!

Foi bom demais!!
Agora acabou... (Dª Fátima, seja carinhosa!)
Sobrevém a nostalgia, dos companheiros e dos momentos. Talvez possamos repetir.
(e não fiques triste, priminha, eu não vou resistir a meter-me noutra aventura destas :)


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rita
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22 de março de 2009
cenografia
Os últimos dias, os grandes preparativos.
Decoramos os textos em casa enquanto montamos o cenário no nosso palco, o mesmo espaço onde passámos muitas horas nestes primeiros meses de 2009 a saltar, correr, rebolar, rastejar, dançar. A encher de gritos e de sussurros.
A três dias do fim do atelier, estou inevitavelmente a começar a sentir saudades...
Mas por enquanto, o tempo é para as últimas montagens, provas de roupa e ensaios, ensaios, ensaios. Luz, luzes, diversão!
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rita
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13:49
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21 de março de 2009
bem-vindos à primavera e à poesia
(de Portalegre)
E agora vou ali ensaiar e dançar, que se faz tarde!
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rita
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14:09
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Etiquetas: colecções, colecções portuguesas, faits divers, pequenas e grandes viagens
18 de março de 2009
então mas...
... está tudo doido??!
Primeiro isto. Agora, isto!
É que se argumentar normalidade é parvo, afirmar que o uso do preservativo é prejudicial ao combate à proliferação do vírus VIH é criminoso.
Mas porque é que este senhor não se entretém a comprar sapatos e fica calado?...
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rita
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21:08
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Etiquetas: sociedade
15 de março de 2009
em ensaios

Porque já se aproxima o dia em que vamos estrear a nossa Maratona!
"Exercício final do Atelier de Teatro “Esta noite não estou para ninguém”, a partir do texto Os Cavalos Também Se Abatem, de Horace McCoy.
Partindo do universo da obra Os Cavalos Também Se Abatem, construiu-se um exercício “onde será necessário pôr à prova a habilidade e a resistência, na maior maratona de dança do mundo” (Rocky).
No mundo actual, somos cada vez mais confrontados com o sofrimento dos outros, perante o qual assumimos quase sempre a posição de observadores passivos – quer por causa do fascínio que nos suscitam os programas de televisão que exploram a intimidade dos participantes, expondo-os perante o público em troca de algum dinheiro e dos tão desejados 15 minutos de fama, quer no caso dos acidentes nas auto-estradas, em que abrandamos para ver se alguém morreu, se há feridos. São situações que despertam reacções complexas, controversas, revelando o melhor e o pior do ser humano – o prazer em devassar a intimidade alheia, o prazer em sentir compaixão pelo nosso semelhante.
Glória e Robert são os dois personagens principais nesta intriga. Entram num concurso de dança com o único objectivo de conquistarem uma vida melhor (mesmo que tal aconteça apenas no tempo de duração do concurso, pois têm comida e dormida de graça). No entanto, ambos acalentam um sonho. Glória quer ser actriz em Hollywood e Robert quer ser realizador. Nem sempre a hierarquia dos sonhos que temos para a nossa vida determina o curso das decisões que tomamos…"
(texto reproduzido com a autorização do autor)
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rita
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Etiquetas: teatro