27 de maio de 2010

in darwin we trust




Na verdade, não tem nada a ver com confiança. Pelo contrário. Na ciência questiona-se tudo, não se acredita em nada. Recolhem-se dados, evidências e testam-se hipóteses. E com a ajuda dos números, calculam-se probabilidades.

Charles Darwin não usou estes números mas foi tão meticulosa na sua recolha e interpretação de dados que consegui chegar a uma conclusão lógica e objectiva: todas as formas de vida que se encontram ou algum dia se encontraram na Terra partilham um ancestral comum.

Charles Darwin não usou números mas Douglas L. Theobald sim. E assim hoje temos mais uma evidência a favor da Teoria da Evolução.


[as fotografias pretendem demonstrar dois mecanismos evolutivos, a selecção natural e a deriva genética; um novo projecto, a quatro mãos; detalhes em breve, num blogue perto de si :)]

25 de maio de 2010

alkantara festival'10



Ontem, a dança que nos chegou das ruas de Niterói. Amanhã, as vozes do minaretes do Cairo. Que bom que é assistir a espectáculos ao vivo.

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A programação completa está aqui.

8 de março de 2010

ser mulher



Mulheres que nas orações são remetidas para zonas minúsculas e tapadas. Mulheres tapadas até aos pés com o lençol negro e sombrio que é a burka ou simplesmente com casacos compridos e sem corte, lenços a esconder os cabelos e parte do rosto. Mulheres na Turquia, aqui mesmo ao lado.

Tanto caminho que já se percorreu, tanto que ainda falta andar...


ayasofya





Basílica de Santa Sofia
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istambul




Três dias e uma noite num pedaço de terra que nos desperta os cinco sentidos. Não fora o planeta tão recheado de pedaços que adivinho igualmente tentadores, faria já planos para regressar a Istambul.

Neste post, imagens avulsas de Sultanahmet.



7 de março de 2010

pelo direito a um pouco mais de direitos



Começando pela atribuição de bolsas a quem assegura necessidades permanentes das instituições ou a quem já não está em formação (neste caso, a quem já não é estudante), passando pela opção única de recorrer ao seguro social voluntário e terminando na ausência de um mecanismo de apoio social para quando a bolsa acaba, é assim que sucessivos governos têm investido na ciência em Portugal. Recursos humanos altamente qualificados mas igualmente altamente precários.

A ABIC tem vindo a assumir uma luta coerente para a dignificação das condições de trabalho dos bolseiros de investigação científica. Infrutífera, exceptuando a tal anedota que é o seguro social voluntário.

É por esta luta que na próxima quinta-feira nos juntaremos à porta da Assembleia da República.

tony allen



Ontem, na Casa da Música. Muito bom.

[mais, aqui]

17 de fevereiro de 2010

em movimento




De Porto-S.Bento até Lisboa-Oriente, sem passar pela casa de partida. Pena mesmo é ter que fazer a viagem em sentido inverso...

Uma viagem de estudo não tem que ser só estudo. Esta incluiu, entre as outras coisas, matar saudades do mano, do P.* e da C., conhecer um café/restaurante/galeria/espaço absolutamente lindo, reencontrar ruas preenchidas e lembrar-me que nunca a levei a ver aquele Portugal dos pequeninos lisboeta que é a frente ribeirinha de Belém.

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*E foi também deliciar-me com a imponência e os detalhes do edifício onde o sua criatividade passa a comunicação. Talvez já devesse saber, mas fiquei a saber que a Flatland vive na antiga sede das Porcelanas Vista Alegre.

15 de fevereiro de 2010

ela-menino | menino-ele


Barcelona, Setembro de 2009.

ainda azul




Ainda desta viagem. E a vista rasgada para o mar da incrível casa-museu de Dali, em Portlligat.
Janelas azuis, verdes, laranja, com gatos, com bonitos ferros, simples e trabalhados.

14 de fevereiro de 2010

azuis



Os azuis das portas em Cadaqués.
Nestes dias frios, sabe bem recordar passeios aquecidos pelo Sol.


7 de fevereiro de 2010

1,2,... experiência




Depois do sofá, cadeiras novas para o escritório. Agora o objectivo é torná-las mais bonitas e mais só nossas.

Fiz um teste sobre o forro do assento. Foi muito simples, rápido e... funciona! Mais difícil será o encosto. Mas em breve terei coragem para escolher um tecido, cortá-lo e arranjar maneira de o prender.