6 de fevereiro de 2011

3x cinema



Não me lembro de quando nem porquê perdemos o hábito de ir regularmente ao cinema. Janeiro foi um mês de um novo regresso. Um bom regresso.


4 de fevereiro de 2011

regresso à escola



Começou aqui, num convite para participarmos nas Comemorações do Dia Mundial da Biodiversidade.

Tem-se repetido, num crescendo de admiração pelas capacidades que as crianças revelam. É só preciso dar-lhes tempo e encorajamento. E elas deslumbram-nos com argumentações correctas sobre um dos mais complexos e fascinantes problemas do nosso mundo: como divergem as populações? Como se formam novas espécies? Qual a importância da diversidade genética intraespecífica?

Sim, são crianças. Algumas ainda com 5 anos :)

não sei por onde vou. não sei para onde vou. sei que não vou por aí!



É um exercício de optimismo. Até saber por onde e para onde vou, identifico os caminhos que não quero seguir.

--
A foto: Leipzig (ou a viagem que me levou ao trabalho de laboratório muitos anos depois, num instituto com condições de trabalho -e lazer!- absolutamente incríveis)
O título: o incontornável Cântico Negro, do José Régio

3 de fevereiro de 2011

a evolução de darwin revisitada




Inaugurou ontem.

Está bonita, muito bonita. À original, acrescentámos um módulo inteiramente dedicado a Portugal, ainda embalados pelo centenário da República, a Teoria Neutral de Motoo Kimura, exemplos fabulosos da evolução humana e uma selecção de animais (e plantas) que representam os principais mecanismos evolutivos.

E ainda duas actividades educativas que ajudam a perceber como se formam novas espécies, como se podem extinguir espécies, qual o impacto das acções humanas sobre a biodiversidade e tantas outras questões. O saber não tem limites (e as aplicações da teoria da evolução biológica também não :)

Em Abril, haverá actividades mil!

--
Pensar num plano de actividades para uma semana foi divertido e motivante. Agora que é uma realidade, a espera para saber se corre bem -se os miúdos se vão divertir, e aprender, e querer voltar- cria borboletas na barriga!

2 de fevereiro de 2011

que mundo tão parvo onde para ser escravo é preciso estudar*



A propósito da parvoíce do último post, este 'anúncio' encontrado no facebook.

Não que seja uma novidade saber que tantos colegas licenciados, com mestrado e com doutoramento andam a trabalhar a troco de 'ofertas' como a que esta senhora docente de um instituto superior público anuncia. Eu mesma já paguei bem caro a minha educação, com alguns meses de 'voluntariado'. O que me choca mais neste 'anúncio' é o despudor com que já se encara este recrutamento de trabalho qualificado gratuito, com que se 'oferece' o que devia ser parte integrante da formação de quem vai receber os dados para as suas publicações. As mesmas que poderão ou não dar o devido crédito a quem as tornará possíveis.

E o que me entristece é a aceitação que quase soa a entusiasmada de tamanha falta de respeito pelo trabalho, formação e dedicação de outros.


*Sou da geração casinha dos pais
Se já tenho tudo p'ra quê querer mais?
Que parva que eu sou

Filhos, marido estou sempre a adiar
E ainda me falta o carro pagar
Que parva que eu sou

E fico a pensar
Que mundo tão parvo onde para ser escravo é preciso estudar

Sou da geração vou queixar-me p'ra quê?
Há alguém bem pior que eu na tv
Que parva que eu sou

Sou da geração eu já não posso mais
Que esta situação dura há tempo demais
E parva eu não sou

E fico a pensar
Que mundo tão parvo onde para ser escravo é preciso estudar

[Deolinda]

6 de janeiro de 2011

dia feliz

o de hoje.

:)

2011




A acreditar no calendário Maia, entrámos naquele que será o último ano completo do mundo. Sendo assim, resta-nos aproveitar bem os 365 dias que 2011 nos dá.

Se 2010 foi o meu ano da Ásia, em 2011 há-de reinar África. E haja coragem para o que é preciso mudar!

3 de outubro de 2010

um espelho



Hoje, no PostSecret. Podia ser meu.

14 de setembro de 2010

jakarta, o monstro




24 horas não chegam para julgar mas Jakarta apresentou-se como uma cidade de extremos, de contrastes, um postal do terceiro mundo. Dificilmente nos preparamos para tanta miséria, que é a miséria de tantos.



bali, a bela




Algumas das muitas fotografias que tirámos. Queríamos trazer tudo connosco: as paisagens, as pessoas, as cores, os cheiros, a luz, a paz, a confusão. Todos os detalhes de um lugar e de um povo tão diferentes.

O meu mundo ficou um bocadinho maior. E mais bonito.

[mais fotografias já estão aqui; outras talvez só apareçam por ]