1, 2, 3... experiência
Tenho um brinquedo novo!
Tenho um brinquedo novo!
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rita
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Etiquetas: diário, faits divers, m.
![no [diz que é uma espécie de] Jardim Botânico do Porto](http://farm6.static.flickr.com/5110/5606732537_047af61b12_z.jpg)
![no [diz que é uma espécie de] Jardim Botânico do Porto](http://farm6.static.flickr.com/5305/5607320156_37eac9bc28_z.jpg)
Tratar dos mil e um detalhes para que tudo corra bem. Por vezes, trabalhar assemelha-se a um agradável passeio ao sol :)![no [diz que é uma espécie de] Jardim Botânico do Porto](http://farm6.static.flickr.com/5307/5607323000_112b95a37b_z.jpg)
![no [diz que é uma espécie de] Jardim Botânico do Porto](http://farm6.static.flickr.com/5303/5607326042_af867bb76c_z.jpg)
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rita
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20:25
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Etiquetas: ciência, diário, faits divers


É hoje, das 20h30 às 21h30. Desligar as luzes, consumir menos, renovar as nossas intenções de contribuir diariamente para um futuro mais sustentável. Durante esta hora, num gesto simbólico, no resto do tempo, porque temos consciência que os recursos são escassos e o nosso consumo por vezes demasiado excessivo.
Mais informações sobre esta iniciativa aqui.
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rita
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20:04
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A grande crise está nos valores. E da mesma forma que as pessoas mal formadas que se encontram em cargos de poder e decisão representam várias gerações, também ontem juntou-se uma imensa multidão de todas as idades, que se uniu em torno de um objectivo comum: algo terá que mudar.


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rita
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23:55
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Etiquetas: sociedade

Há muitas razões para sair à rua amanhã. Razões próprias, razões colectivas. Razões mais ou menos justificadas, mais ou menos coerentes.
Eu irei. Por mim, por isto ou isto, pela minha precariedade na ciência e no ensino, pelo futuro da minha filha, pelo presente de tantos em condições tão piores que eu. Irei porque o descrédito nesta classe política é absoluto, porque os direitos são cada vez mais só de alguns, porque a regra é a ganância, a corrupção, a desigualdade. Porque falta planeamento, solidariedade, honestidade, justiça, educação. Irei porque algo tem que mudar, porque é preciso mostrar que há uma imensa sociedade que está descontente com o rumo que o país leva.
E esta não é uma manifestação de jovens mimados, como tantos querem fazer crer, nem de infiltrado dos partidos de esquerda, como outros defendem. É tão somente um momento para nos indignarmos. Como tem vindo a ser documentado no jornal Público, cada um irá com os seus motivos, será um protesto transgeracional.
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rita
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00:35
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Há uma loja nova na cidade, que nasceu pela mão do Afonso: a Quebra Orelha. Ainda não a conheço mas já sou proprietária dos primeiros objectos vindos de lá. Obrigada, Aleka! Na foto, ficou a faltar o papel de embrulho, criado pela Joani.
[os rebuçados -deliciosos!- são da Papabubble]
Integrado na XIII Semana Cultural, o CITAC encenou uma peça para ser apresentada na Mata do Botânico. E foi assim que finalmente conheci um dos mais belos segredos de Coimbra.
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rita
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10:49
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Etiquetas: as nossas pessoas, música, publicidade não solicitada, teatro

Depois do sucesso alcançado na Academia Americana de Cinema repensei ir ao cinema para o ver no dia combinado. Apenas um dia depois da euforia dos Óscares. Mas ainda bem que fomos.
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rita
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00:20
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Etiquetas: cinema
Um caminho faz-se apanhando pedrinhas. E conchas e flores. E umas coisas brilhantes - parecem cristais, serão escamas. Sementes e coisas que parecem não servir para nada. E pimenta e açafrão. À procura do mistério das coisas, em dias felizes.

(Kusamba, Bali, Indonésia)
vêm sôfregos os peixes da madrugada
beber o marítimo veneno das grandes travessias
trazem nas escamas a primavera sombria do mar
largam minúsculos cristais de areia junto à boca
e partem quando desperto no tecido húmido dos sonhos
vem deitar-te comigo no feno dos romances
para que a manhã não solte o ciúme
e de novo nos obrigue a fugir
vem estender-te onde os dedos são aves sobre o peito
esquece os maus momentos a falta de notícias a preguiça
ergue-te e regressa
para olharmos a geada dos astros deslizar nas vidraças
e os pássaros debicam o outono no sumo das amoras
iremos pelos campos
à procura do silente lume das cassiopeias
Al Berto
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Zef
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Etiquetas: escrevendo, fotografia, poesia
Hoje deixei queimar o almoço e o jantar.
A coerência é subvalorizada...
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rita
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21:50
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Etiquetas: em casa, faits divers

A beleza das árvores despidas de folhas e cobertas de flores fascina-me. Uma única fotografia não seria suficiente.



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rita
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17:53
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Que a força do medo que tenho
Não me impeça de ver o que anseio
Que a morte de tudo em que acredito
Não me tape os ouvidos e a boca
Porque metade de mim é o que eu grito
Mas a outra metade é silêncio.
Que a música que ouço ao longe
Seja linda ainda que triste
Que a mulher que eu amo seja para sempre amada
Mesmo que distante
Porque metade de mim é partida
Mas a outra metade é saudade.
Que as palavras que eu falo
Não sejam ouvidas como prece e nem repetidas com fervor
Apenas respeitadas
Como a única coisa que resta a um homem inundado de sentimentos
Porque metade de mim é o que ouço
Mas a outra metade é o que calo.
Que essa minha vontade de ir embora
Se transforme na calma e na paz que eu mereço
Que essa tensão que me corrói por dentro
Seja um dia recompensada
Porque metade de mim é o que eu penso
Mas a outra metade é um vulcão.
Que o medo da solidão se afaste
E que o convívio comigo mesmo se torne ao menos suportável.
Que o espelho reflicta em meu rosto um doce sorriso
Que eu me lembro ter dado na infância
Por que metade de mim é a lembrança do que fui
A outra metade eu não sei.
Que não seja preciso mais do que uma simples alegria
Para me fazer aquietar o espírito
E que o teu silêncio me fale cada vez mais
Porque metade de mim é abrigo
Mas a outra metade é cansaço.
Que a arte nos aponte uma resposta
Mesmo que ela não saiba
E que ninguém a tente complicar
Porque é preciso simplicidade para fazê-la florescer
Porque metade de mim é plateia
E a outra metade é canção.
E que a minha loucura seja perdoada
Porque metade de mim é amor
E a outra metade também.
[Oswaldo Montenegro]
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rita
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02:10
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Etiquetas: pequenas e grandes viagens, poesia

A minha mana e o João conceberam o design gráfico dos livros do projecto Minotauro (grupo Almedina) e ela fez as ilustrações. Narrativas à parte (o que ando a ler ainda não me cativou), cada livro ficou uma pequena obra de arte. E o trabalho deles já foi devidamente reconhecido pelos seus pares: a colecção ganhou o Silver Award (European Design Awards) e foi seleccionada para fazer parte da colecção 50 Books/50 Covers (AIGA Design Archives).
Agora está sob escrutínio nacional, nomeada para os Prémios de Edição Ler/Booktailors 2010. Aqui. Eu já votei :)
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A fotografia é uma imagem do site da FBA., um berço de trabalhos de excelência.
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rita
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11:20
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Etiquetas: as nossas pessoas, livros, publicidade não solicitada

É tão fácil, a felicidade! Pode ser só saber que os nosso amigos se lembram de nós quando encontram sítios bonitos.
Via Ju: Flora Douville, para inspiração.
Via C.: Shinzi Katoh, uma tentação!
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rita
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13:09
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Etiquetas: as nossas pessoas, publicidade não solicitada

Nunca poderei ser muito boa no que faço porque gosto demasiado de fazer muitas coisas!
Em Setembro voltei a fazer de actriz. Desta vez, com duas novidades: não despi o papel de cientista e aprendi a manipular marionetas e a brincar com as sombras. O mote foi dado pelo projecto europeu 'Noite dos Investigadores', no âmbito da proposta portuguesa 'Cientistas ao Palco'. Uma experiência nova, tão divertida como as anteriores. O melhor é sempre a oportunidade de conhecer pessoas novas.
Com a preciosa ajuda da Clara e do Rúben, o talento e imensa simpatia Filipa guiou-nos à construção de um espectáculo que me (nos) deu muito gosto interpretar. Aqui fica o seu nascimento, pelas palavras da Filipa:
. Agosto: os primeiros ensaios (e eu pela Indonésia :)
. Setembro: a véspera e os ensaios mais esperados
. Setembro: o grande dia!
. Setembro: finalmente as apresentações ao público
. Setembro: felizes com o resultado, o balanço da experiência e a amizade
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No próximo sábado a Filipa volta a juntar os cientistas que participaram em 2009 e vão apresentar o seu "A origem das quase espécies" na exposição (ver em actividades paralelas).
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rita
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19:10
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Ontem o carteiro trouxe-nos novidades que abraçam corações.
Na revista da Amnistia Internacional, uma recordação da participação da minha menina-crescida no 11º Campo de Trabalhos para Jovens [para os mais distraídos, ela é a do casaco vermelho, na fotografia de cima :)].
Num sobrescrito A4, um novo mundo, uma outra realidade, um bocadinho mais perto de nós. Pedaços da vida da nossa afilhada Faith. A Faith mimou-nos com desenhos, palavras e uma linda pulseira. Os seus 11 anos já guardam histórias cruéis, que -esperemos- a sua nova vida se encarregará de atenuar. Mais sobre a ADDHU aqui.
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rita
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20:33
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Etiquetas: as nossas pessoas, sociedade

Não me lembro de quando nem porquê perdemos o hábito de ir regularmente ao cinema. Janeiro foi um mês de um novo regresso. Um bom regresso.

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rita
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20:50
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Etiquetas: cinema